O aCena Recifense bateu um papo especial com a cantora pernambucana Alessandra Leão, artista que retorna ao estado para shows da turnê “Acesa” no FIG 2025 (Garanhuns) e na Casa Estação da Luz (Olinda). Confira!
LEVANDO A CULTURA DE PERNAMBUCO PARA O BRASIL
“Eu tenho quase 30 anos de carreira na música e minha escola de referência, de estética, de arte e de vida é a música tradicional, é a música popular, principalmente aquela que vem de Pernambuco! É nessa escola que eu sigo me formando. Mesmo me abrindo para outras referências, minha música vem daqui!”
Para onde quer que eu vá, tenho meus pés muito bem fincados e muito bem alicerçados nessas terras [Pernambuco] e nessa música, sobretudo!
“Voltar a Pernambuco para tocar é sempre voltar para casa mesmo! É um lugar onde eu sinto que minha música está mais domiciliada, está mais em casa, e é sempre uma alegria encontrar os amigos e ouvir as pessoas cantando com o mesmo sotaque que o meu. Dá uma renovada nas energias e na alegria também.”
O RETORNO AO FIG
“Voltar ao FIG é algo muito especial! O meu primeiro show solo, do meu disco ‘Brinquedos de Tambor’, foi no FIG, em 2006, se eu não me engano. É sempre bom voltar a tocar no Festival de Garanhuns, é sempre uma renovação de trajetória. É um giro do tempo, não só como artista, mas também como frequentadora do Festival. Já estive no FIG de muitas maneiras: como artista, como professora, como espectadora… e às vezes em todos esses papéis ao mesmo tempo. Então é sempre uma alegria voltar a Garanhuns para o FIG!”
“0 que eu posso dizer é que a gente está fazendo um show que tem muito a ver com Pernambuco, assim como com a Paraíba [Por onde a artista passa no dia 26, em João Pessoa]. Esse repertório foi construído no trânsito entre Pernambuco, Paraíba e São Paulo, e voltar para casa, fazendo esse circuito agora nessas três cidades, com esse repertório, é muito emocionante mesmo!”
AS EXPECTATIVAS PARA OS SHOWS
“Eu acho que o público pode esperar a nossa alegria e dedicação, mas esperar também um bom baile e bons encontros, porque esse é um repertório sobre encontros e sobre como a gente se acende diante deles. A gente que está trabalhando espera isso, mas também esperamos que o público também vá nessa expectativa!”